Hora da papinha do bebê

Hora da papinha do bebê

Hora da papinha do bebê

O bebê, que até então só mamava, está pronto para a introdução alimentar.

Os pais se preparam para a novidade que vai mudar a rotina (mais uma vez).

Conversam com o pediatra, pesquisam métodos, escolhem a dedo quais alimentos dar, optam por orgânicos.

Agora é só cozinhar. Mas como ? Refogado ? Ensopado ? A recomendação geral é o preparo a vapor, que preserva os nutrientes e garante a qualidade da refeição.

Não é toda família, no entanto, que tem uma panela para preparo a vapor em casa. E, menos ainda, tempo para acompanhar o cozimento. Além disso, entre ficar na cozinha e aproveitar o bebê, a segunda opção é mais gostosa.

Uma solução para resolver esse dilema são os processadores de alimentos específicos para bebês.

Alguns multiprocessadores tem como funções : cozinhar a vapor, triturar, ralar, fatiar e preparar purês.

Para economizar mais seu tempo, as peças podem ir à lava-louça. Depois que a comidinha do bebê estiver pronta, ainda dá para aproveitar as funções do processador para preparar molhos, sopas e purê para os pais.

Porque, afinal, eles também merecem comer bem e com facilidade.

Fonte : Crescer

Mobilidade durante o trabalho de parto aliviam dores das contrações

Mobilidade durante o trabalho de parto aliviam dores das contrações

Mobilidade durante o trabalho de parto aliviam dores das contrações

A mobilidade e o movimento da mãe durante o trabalho de parto são um dos métodos mais eficazes para lidar com a dor das contrações.

Estudos têm demonstrado que as mulheres que permanecem a maior parte do tempo em posições verticais (sentado, de pé ou caminhando) experimentaram contrações menos dolorosas.

A maioria das mães começa o processo de parto enquanto ainda está em casa. Para aliviar a dor, elas podem mudar de postura, caminhar, balançar os quadris de um lado para outro, ou ainda se agachar.

A movimentação vai auxiliar o bebê que está descendo em direção ao canal de parto e precisa da ajuda da gravidade para “encaixar” na pelve em uma posição ideal.

A mobilidade materna durante o trabalho de parto e as posições adotadas no momento do nascimento, desempenham um papel importantíssimo no nível de conforto da mãe, e também tem influência em quão rápido e eficaz o trabalho de parto irá progredir.

Evidências científicas comprovam que as mães que mudam frequentemente de posição, diminuem em até 50% o tempo da fase ativa do trabalho de parto.

O posicionamento correto da mãe, pode acelerar o trabalho de parto e reduzir o desconforto das contrações, pois favorece a descida do bebê, diminuindo a pressão em áreas específicas e o esforço muscular desnecessário.

A maioria das posições pode ser aplicada na sala de parto com ou sem o uso de acessórios, como uma bola terapêutica, além disso o leito pode ser adaptado à uma posição que facilite a saída do bebê.

Infelizmente, ainda hoje a posição mais utilizada na hora da retirada do bebê (período expulsivo) é com a mulher deitada de barriga para cima. Embora essa posição permita à equipe o acesso mais fácil à região pélvica, ela é prejudicial por muitas razões.

A principal é que o canal por onde o bebê tem que passar fica até 30% menor, além disso, o canal do nascimento é efetivamente colocado em uma orientação de “subida”, forçando a mãe a empurrar contra a gravidade para expulsar o bebê, dificultando a passagem.

Posições de nascimento ineficazes, podem comprimir os vasos sanguíneos principais, o que interfere com a circulação e reduz a pressão sanguínea materna, o que pode reduzir a chegada de oxigênio e diminuir a frequência cardíaca do bebê ou contribuir para outras formas de sofrimento fetal.

Com orientação adequada muitas posições podem ser implementadas, e mesmo com anestesia peridural, é possível alterar a postura da parturiente, gerando maior conforto para ela, sem comprometer o trabalho da equipe de assistência.

O fisioterapeuta especialista em obstetrícia é o profissional mais indicado para o acompanhamento da parturiente durante todo processo de nascimento, pois ele possui conhecimento anatômico para propor exercícios e posturas adequadas para cada fase do trabalho de parto, que vão favorecer a descida do bebê, a dilatação do colo uterino, aumentar a tolerância a dor, e reduzir danos perneais, com o objetivo de fazer com que o parto seja uma boa experiência para a mulher.

Fonte : Guia do Bebê – UOL

 

Bebê seguro e confortável no berço

Bebê seguro e confortável no berço

Bebê seguro e confortável no berço

A aquisição do berço do bebê é um daqueles itens que geram bastante ansiedade para os futuros pais.

A vontade de muitos é comprar o móvel logo que a gravidez é anunciada e já deixá-lo montadinho, geralmente repleto de enfeites tanto dentro quanto fora.

Se é exatamente assim que você imagina o espaço onde seu filho irá dormir, alerta vermelho.

Por questões de segurança, quando o assunto é berço, menos é sempre mais.

De acordo com a ONG Criança Segura Brasil, até os 4 anos de idade, as crianças ficam muito expostas a riscos.

Entre as principais causas, estão a inalação de conteúdo gástrico, o engasgamento com objetos ou alimentos e o sufocamento no próprio berço ou cama, devido ao excesso de tecidos e brinquedos e até por um adulto quando está dormindo.

Algumas das medidas recomendadas pela ONG para evitar possíveis acidentes no berços são: atentar para a posição do bebê, que deve dormir de barriga para cima, em colchões firmes; remover brinquedos e objetos macios do berço na hora de dormir e só oferecer à criança brinquedos seguros para a sua idade.

Berço limpo, sono tranquilo
Além de todos esses cuidados que afastam o risco de sufocamento, é preciso muita atenção com a higienização das peças que compõem o espaço do berço, evitando possíveis irritações na pele delicada do bebê.

A seguir, confira algumas dicas.

Colchão
– Tipo de tecido : antialérgico – a cobertura especial diminui a quantidade de ácaros e partículas alergênicas.
– Rotina de limpeza : mensalmente, colocar o colchão para arejar por algumas horas. “Quem quiser pode investir no uso do aspirador, antes de deixá-lo na ventilação natural”, indica Margarete.
– Evite o uso de escovinhas e qualquer aplicação de produto de limpeza na superfície do colchão – isso pode provocar a proliferação de fungos e bactérias. Além disso, sempre retire o plástico no qual o produto vem envolto; manter essa cobertura pode aumentar o risco de sufocamento.

Roupa de cama
– Tipo de tecido : algodão, que é fácil de lavar e seca em questão de horas. É importante que o pano seja o mais liso possível, sem relevos nem grandes bordados.
– Rotina de limpeza : caso não aconteça nenhum vazamento, a dermatologista sugere que a troca dos lençóis seja realizada em dias alternados – principalmente nos períodos de calor. Lembrando que a lavagem deve ser realizada com um sabão em pó específico para a pele delicada do bebê.
– Dica : prefira tecidos em tons claros e não muito estampados, um detalhe que ajuda na sensação de limpeza.
– Quantidade : 5 peças. Lembrando que o uso do travesseiro e do lençol de cima não é recomendado no primeiro ano de vida.

Mantas
– Tipo de tecido : plush ou microfibra, que tem toque macio e acumula menos pó. As mantas de lã soltam aqueles pelinhos que podem ser aspirados pelo bebê, além de irritar a pele quando em contato direto.
– Rotina de limpeza : a manta em uso deve ser higienizada semanalmente, seguindo os mesmos cuidados de lavagem especificados para as roupas de cama. Antes de guardar, tenha certeza de que a peça esteja bem sequinha.
– Atenção : tenha sempre uma coberta a mão, mas nunca a deixe dentro do berço ou ao alcance do bebê.
– Quantidade : 3 peças.

Brinquedos e bichinhos
– Tipo de tecido: substitua a pelúcia por bonecos feitos com algodão cru acabado, que acumula menos pó e dá aquela cara simpática de “brinquedo de pano”.
– Rotina de limpeza: Para não estragar, é importante seguir as recomendações presentes na etiqueta do brinquedo. Caso a lavagem na máquina seja indicada, retire as roupas dos bonecos e higienize-as de acordo com a cor. Além disso, conserte possíveis furos ou descosturas, evitando que enchimentos e outras partes do brinquedo se soltem. Utilize um saco protetor de roupas ou uma fronha e selecione o ciclo de lavagem suave, sem usar água quente. Na máquina, distribua os bichinhos de maneira uniforme para não deformar.

Fonte : Crescer

Tudo por um sono tranquilo do bebê no verão

Tudo por um sono tranquilo do bebê no verão

Tudo por um sono tranquilo do bebê no verão

Não são só os adultos que sofrem para dormir no calor. Os bebês também podem acordar mais durante a noite. E o resultado é a irritação e o mal-estar, que podem persistir pelo dia todo.

Muitos pais exageram no pijama, com medo de o filho passar frio, mas é importante observar se ele não sua demais, se a temperatura do quarto não está muito alta (o ideal é entre 24ºC e 25ºC), caso contrário, o sono ficará entrecortado e a criança não conseguirá descansar como deve.

A seguir, outras dicas que podem ajudar:

Cuide bem do ambiente

A temperatura do quarto interfere na qualidade do sono. Se o bebê sentir muito calor, com certeza vai acordar. Você pode colocar um ventilador no ambiente, mas não o deixe direcionado para a criança e ligue-o um pouco antes da hora de dormir para manter o quarto arejado.

Vista-o com pijamas frescos

O ideal são os tecidos leves, como a malha, para enfrentar as horas mais quentes e também o frescor da madrugada. No berço, mantenha apenas os lençóis, de preferência de algodão.

Dê um banho antes de colocá-lo para dormir

A água morna ajuda a equilibrar a temperatura corporal e também relaxa. Para isso, use sabonete líquido com substâncias naturais, como a lavanda, que têm propriedades calmantes.

Faça uma massagem no fim da tarde

Se ele estiver irritado demais, tire alguns minutos para massageá-lo com um óleo suave formulado para crianças e enriquecido com nutrientes que protegem a pele, como a vitamina E. O bebê fica mais tranquilo e isso reflete no sono.

Fonte : Crescer

Passo a passo da troca da fralda do bebê

Passo a passo da troca da fralda do bebê

Passo a passo da troca da fralda do bebê

Com a chegada do recém-nascido, os pais iniciam uma maratona de troca de fraldas.

Nos primeiros seis meses, quando a alimentação do bebê é feita exclusivamente pelo aleitamento materno, as trocas de fraldas podem acontecer cerca de 10 vezes em um único dia.

“O ideal é realizar esse processo toda vez que a fralda estiver suja e também depois de amamentar – o que acontece a cada duas ou três horas”, sugere Thais Guerreiro, dermatologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.

As mamadas tornam-se mais espaçadas durante a introdução dos alimentos sólidos e, com isso, o número de trocas tende a diminuir, mas não muito.

Afinal, deixar a “fralda cheia” por longos períodos é facilitar o aparecimento de um dos problemas mais comuns nessa fase : as assaduras.

Quando a urina e as fezes ficam por muito tempo em contato com a pele delicada do bebê, ele pode acabar desenvolvendo a chamada dermatite de fralda.

“Às vezes, essa irritação pode vir acompanhada de uma infecção por fungo, como a cândida, que faz parte da flora natural dos pequenos. Outra possibilidade é a chamada dermatite de contato. Nesse caso, a irritação é provocada por algum material da fralda ou até por substâncias presentes no lenço umedecido ou na pomada de barreira”, alerta a dermatologista.

Em ambos os casos, recomenda-se consultar um especialista, para que ele receite o melhor tratamento para o seu filho.

Já uma dica simples e eficiente para aliviar os sintomas da cândida, que geralmente acontece nas meninas, é deixar a região tomar um pouco de sol, por cerca de três minutos, para diminuir a umidade.

Passo a passo da troca de fralda

. Antes de iniciar, certifique-se de ter à mão tudo de que você precisa. Algodão, água morna, toalha ou pano para secar, pomada de barreira, fralda limpa e, quando necessário, uma muda de roupa são os itens essenciais.

. Depois de retirar e descartar a fralda suja, os pais devem limpar a região com algodão e água morna, eliminando todos os possíveis resquícios de fezes e pomada, utilizando um toque suave. “O movimento deve ser sempre de frente para trás. Assim você impede que bactérias da região do ânus passem para os genitais”, explica Thais Guerreiro.

. Com tudo bem limpo, é hora de secar a área. Prefira um pano com toque bem macio e dê leves batidas, sem causar atrito. Atenção especial para a virilha e partes de dobras.

. Por fim, se necessário, aplique a pomada de barreira, que protege a pele do bebê do contato direto com a urina e as fezes. Aplique uma camada fina superficialmente no bumbum e nos genitais, sem esquecer a virilha e outras dobras.

. Finalize fechando a fralda sem apertar muito. O ideal é deixar um ou dois dedos de folga na região da barriga. Atenção: quando a fralda começa a vazar frequentemente, é sinal de que está pequena.
Fonte : Revista Crescer

Como conciliar emprego e amamentação

Como conciliar emprego e amamentação

Como conciliar emprego e amamentação

Mamãe moderna é sinônimo de trabalho triplicado. Não bastasse a necessidade de cuidar do novo pequeno da família, a mulher precisa dar prosseguimento à vida de trabalhadora e ainda por cima se manter em dia com a vaidade. Quanta coisa junta !

Com organização, planejamento e dedicação é possível dar conta de todos esses afazeres.

Primeiramente, um mês antes de voltar ao trabalho estabeleça rotinas para amamentar, acostumando o bebê a receber o leite em determinados horários.

Elabore um cronograma de forma que você consiga dar de mamar antes de sair para o trabalho e logo após retornar à residência. Conseguindo isso, você já avançou uma etapa.

Outra fase importante é estocar o leite materno para que o uso seja feito no período em que você estiver no trabalho.

Vá acostumando aos poucos o bebê a receber o leite materno em copo ou xícara. Dessa forma o pequeno não sentirá tanta dificuldade em ter o leite no momento em que a mãe estiver ausente.

Lembrando que o leite materno tem validade de um dia caso armazenado na geladeira. Após esse período, jogue fora. Não deixe o recipiente com o leite materno na porta da geladeira (pois o abre e fecha altera a temperatura). Coloque o recipiente no fundo da geladeira.

O leite materno não pode ser aquecido no micro-ondas ou banho-maria, mas, sim, em água quente (ou seja, aqueça a água em uma panela, não ferva, retire a panela do fogo e, então, coloque o recipiente com leite como se fosse um banho maria, a ideia é transferir o calor da água para o leite de forma suave). Após aquecido o leite, verifique a temperatura para não causar queimaduras no bebê.

Além de organização e planejamento na amamentação, a mãe deve conhecer o que diz a legislação.

A lei permite que a mãe se licencie do serviço por até seis meses (depende da empresa em que trabalha), tendo seu salário recebido integralmente. Mas ela também tem outros direitos. Saiba :

– A mãe tem direito a dois descansos de 30 minutos no serviço para amamentar o bebê. Esse horário pode ser unificado, ou seja, a trabalhadora poderá negociar com a empresa e ao invés de dois descansos de 30 minutos ela pode ou chegar uma hora mais tarde ou sair uma hora mais cedo, por exemplo. Esse é um tempo extra, não pode ser confundido com o tempo natural para alimentação (horário de almoço, intervalos para descansos etc.).

– A lei determina que uma empresa com mais de 30 mulheres com carteira assinada precisa ter berçário ou creche. Caso não tenha, a mulher tem direito a deixar o serviço para amamentar o bebê. E mais: a empresa fica responsável pelo “reembolso-creche”.

Se você acha que não está tendo seus direitos cumpridos, procure o departamento de Recursos Humanos ou a direção de sua empresa.

Caso a dúvida persista, procure o seu sindicato, eles possuem departamento jurídico gratuito para esclarecer as dúvidas e lhe ajudar a ter seus direitos garantidos.

Fonte : UOL – Guia do Bebê

O caminho para uma gestação feliz

O caminho para uma gestação feliz

O caminho para uma gestação feliz

Emoção e ansiedade, essas são as sensações que descrevem bem a maternidade, mesmo que a gravidez seja planejada.

Um momento novo, único e muito especial tanto para a futura mamãe, quanto para o futuro papai.

A chegada de um bebê é a realização de muitos casais e vem acompanhada de dezenas de dúvidas.

A primeira dúvida que os futuros papais têm é : quando gerar uma nova vida ?

O filho deve nascer primeiro no coração, o planejamento começa com o desejo de gerar uma nova vida.

Quando este desejo já existir, é hora de pensar nas condições para o aumento da família : a estrutura familiar, os aspectos financeiros, de moradia e o mais importante, a afinidade entre os pais. “As mudanças serão gigantescas: a intimidade do casal sofre muito com o novo estilo de vida; não há mais aquela liberdade para sair a qualquer momento. A vida sexual também sofre com as mudanças, o diálogo fica prejudicado, pois as conversas giram em torno apenas do bebê”, afirma o Dr. Edilson da Costa Ogeda, diretor da Maternidade do Hospital Samaritano.

Segundo o especialista, a melhor forma de se preparar para receber um filho é buscar informações nas mais variadas fontes.

Ler livros sobre o assunto é sempre muito bom para se informar, mas as conversas com amigos e familiares ajudam a identificar as histórias vencedoras e as perdedoras.

Muitas vezes, vale a pena até procurar um profissional para ajudar na nova fase. “A orientação psicológica, quando necessária, poderá dar as ferramentas que o casal precisa para enfrentar as dificuldades”, afirma Edilson da Costa Ogeda.

Planejar é fundamental, desde o preparo da saúde dos futuros papais, até o uso de medicamentos pela mamãe que ajudam no desenvolvimento saudável do bebê, como o ácido fólico, um componente derivado da Vitamina B, que ajuda diminuir o risco de malformação no sistema nervoso do embrião.

Assim que o exame da mamãe dá positivo, outras dúvidas aparecem. Cada uma das perguntas são respondidas aos poucos e a cada etapa que passa, mais perguntas vão surgindo. Em geral, a gravidez tem seu curso influenciado por uma série de fatores, por isso, a grávida deve ter o cuidado de fazer um acompanhamento pré-natal rigoroso.

Deve fazer todos os exames laboratoriais, ter uma alimentação equilibrada, comer em intervalos menores de tempo e beber bastante líquido durante todo o dia, o que favorece a digestão, o funcionamento intestinal e diminui o risco do ganho de peso excessivo.

As deficiências nutricionais podem acarretar aumento nos índices de abortos, malformações, restrição de crescimento intra-uterino e anemia.

Além disso, é ótimo manter uma atividade física regular quando não há contra-indicações médicas, como caminhada, natação, hidroginástica ou ioga.

Um dos assuntos que mais assombram os casais “grávidos” é o sexo. Muitos ficam com medo de ter relações sexuais pensando que isso poderá acarretar alguma complicação à gestação ou ao bebê. Esse medo não passa de um fantasma. A mulher grávida em alguns casos pode se sentir até mais apta para a atividade sexual. “O casal deve conversar e se amar da forma desejada neste período”, afirma o médico. De uma forma geral, quando não há contra-indicações médicas, a vida sexual pode e deve ser mantida. É saudável para os casais manter a relação normal. Afinal, a mamãe não está doente.

Uma das principais preocupações durante uma gestão é a alimentação da mamãe. Esse é o momento em que o organismo dela passa por grandes transformações. As necessidades nutricionais são elevadas neste período e podem impactar o crescimento e desenvolvimento do feto, mas aquela história de “comer por dois” é mito.

Pelo menos três meses antes de tentar engravidar, a futura mamãe deve aproximar-se o máximo possível do seu peso ideal, pois não é aconselhável emagrecer durante a gravidez. Mamães com excesso de peso podem desenvolver diversas doenças como : Diabetes Gestacional e as Síndromes Hipertensivas da Gestação.

Por isso, é muito importante fazer um acompanhamento pré-natal junto com uma equipe de nutrição, que pode dar melhores condições e oportunidades para uma gestação mais tranquila e saudável, diminuindo os riscos para a mãe e o bebê.

A última dúvida do casal antes do bebê nascer normalmente se refere ao parto. O que é melhor: parto normal ou cesárea ? O parto natural é basicamente quando o médico acompanha o parto, sem intervenções – como anestesias, induções ou rompimento artificial da bolsa. Neste caso, o ritmo e o tempo do trabalho de parto são respeitados e, para alívio das dores, são utilizadas técnicas de respiração e relaxamento. A vantagem em relação à cesárea é a recuperação pós-parto que é muito mais rápida. Além de haver menores riscos de infecções e hemorragias. O processo pode levar várias horas, principalmente no primeiro parto. Os partos naturais podem ser realizados na posição em que a mulher julgar mais confortável: em pé, de cócoras ou até mesmo dentro da água.

A cesárea é uma opção que normalmente é tomada pelo médico obstetra, e muitas vezes é relacionada a alguns fatores que podem por em risco a vida da mãe e do bebê como, por exemplo, em caso de desproporção do tamanho do bebê em relação à bacia óssea da mãe, infecções maternas graves, gestantes diabéticas ou hipertensas, sofrimento fetal, posição desfavorável do bebê ou quando um trabalho de parto não progredir satisfatoriamente.

Fonte : Guia do Bebê – UOL

 

 

Como contar a gravidez em semanas e em meses

Como contar a gravidez em semanas e em meses

Como contar a gravidez em semanas e em meses

Para os médicos, a gravidez dura em média 40 semanas. Mas 40 semanas a partir de quando ?

Como na maioria das vezes não dá para saber exatamente em que dia aconteceu o encontro entre o óvulo e o espermatozóide, os médicos resolveram começar a contagem sempre a partir do primeiro dia da última menstruação.

É claro que você não engravidou no primeiro dia da última menstruação. Mas é a partir desse dia que começa a contagem de semanas.

Como a ovulação acontece mais ou menos duas semanas depois do começo da menstruação, na prática as 40 semanas oficiais são na verdade 38 semanas a partir do dia em que o bebê foi gerado.

E quando a pessoa não sabe a data da última menstruação ?

Isso acontece com muita gente, principalmente com quem tem ciclos irregulares. Nesse caso, a solução é fazer um ultrassom, pois no exame dá para medir o tamanho do embrião (ou do saco gestacional).

Essas medidas darão uma boa ideia ao médico de há quanto tempo a gravidez começou.

É importante saber que as medidas da ultrassonografia são mais precisas quanto mais cedo o exame for feito.

Nas primeiras semanas (até a 12a), todos os bebês têm tamanhos muito parecidos entre si.

Com o ultrassom, o médico dará a você uma data prevista para o parto.

A partir daí, a cada novo ultrassom que você fizer, pode aparecer uma data prevista para o parto diferente. Lembre-se que a mais confiável sempre será a que você obteve primeiro.

A partir de 13 semanas, as diferenças genéticas fazem com que os bebês cresçam em ritmos diferentes. É por isso que uns nascem com 4 kg e outros com 2,5 kg, com o mesmo número de semanas (e perfeitamente normais).

Não há problema nenhum em o bebê nascer depois das 40 semanas.

Os médicos no Brasil muitas vezes resistem a esperar muito até depois de 41 semanas completas. Mas em muitos países ninguém estranha quando a gestação dura até 42 semanas.

Ok, você completou o quarto mês, e agora está no quinto. Então está grávida de 4 ou 5 meses ? 

Tecnicamente, de 4 meses, porque você só diz que um bebê tem 1 ano depois que ele completa esse ano e faz aniversário, certo?  Mas você pode optar por dizer que está no quinto mês, o que também estará certo. 

Para quem ainda duvidar do sistema de contagem por semanas, vai aqui a prova numérica : 38 semanas (40 menos as duas de antes da concepção) são 266 dias. Nove meses, fazendo uma média de 30 dias por mês, dá 270. Quase a mesma coisa.


Fonte : Brasil Baby Center

Prepare o seu bebê para a hora de dormir

Prepare o seu bebê para a hora de dormir

Prepare o seu bebê para a hora de dormir

Uma das frases mais comuns que os futuros pais e mães costumam ouvir quando anunciam a gravidez é a clássica “Prepare-se para não dormir mais”.

Mas o sono do bebê não é, necessariamente, sinônimo de caos.

A roupa escolhida, a preparação do berço, o cheiro do banho, tudo isso ajuda a criar um ambiente perfeito para a noite de descanso.

A seguir, confira tudo o que deve ser observado – e organizado – antes do beijo de boa-noite.

“Atividades e horários pré-determinados ajudam a criança não só a prever, mas também a entender o que está por vir. Com isso, elas se sentem mais seguras”, explica Andressa Isola, baby planner da consultoria Arrive.

“Os pais devem organizar a rotina da criança levando em consideração os horários de alimentação, do sono e da higiene. Eles também devem prever o período do brincar e de outras atividades para o desenvolvimento”, esclarece José Gabel, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Primeiros Cuidados da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Passeios ao ar livre são muito importantes, para que o bebê veja a luz do sol e comece a desenvolver a percepção do dia e da noite, assim como as sonecas ao longo do dia. Por isso, esteja sempre atento aos primeiros sinais de sono, como quando o pequeno começa a bocejar ou coçar os olhos diversas vezes. “Aquela conversa de evitar os cochilos diurnos para que a criança fique muito cansada não funciona e, no fim, pode ter efeito contrário”, alerta Andressa.

“Os cochilos são muito importantes para o desenvolvimento infantil. A ausência desse sono pode causar situações de ansiedade, irritação e até menor nível de interesse para resolver problemas”, explica Gabel.

A chamada síndrome da morte súbita infantil, caracterizada pela morte do bebê durante o sono sem razão aparente, é preocupação de pais e mães. Embora os reais motivos desse problema ainda não tenham sido identificados, existem indícios de que colchões extremamente macios, travesseiros e até cobertores elevem os riscos de algo acontecer.

De acordo com a ONG Criança Segura Brasil, atentar para a posição do bebê no berço, que deve dormir de barriga para cima, em colchões firmes, são algumas medidas que ajudam a evitar esse problema.

“Os berços devem apresentar grades com distâncias que variam de 4,5 a 6 cm entre si. Já os colchões devem ser rígidos, sendo indicado o de 120 mm, e os protetores, de espessura fina, devem ser fixados por velcro ou com laços de, no máximo, 15 cm de comprimeto”, alerta Andressa.

Procure manter longe de janelas o berço e outros móveis em que a criança possa subir; caso haja cortinas ou persianas no quarto, atente-se para não deixar cordas ou cordões ao alcance dos pequenos.

Para evitar riscos de sufocamento, o indicado é que o bebê não seja coberto. Portanto, a peça ideal é o macacão com pés; assim todas as partes do corpo ficam protegidas do frio.

“Para a hora de dormir, são aconselháveis peças de algodão, sem muitas costuras e babados, para que sejam confortáveis. Outro detalhe é investir em modelos com botões, assim o peito fica protegido na hora da troca de fralda”, diz a baby planner.

O mesmo material também é recomendado para o lençol de baixo – lembrando que mantas, edredons, cobertores e travesseiros são dispensáveis, pelo menos no primeiro ano de vida. Em resumo: ter menos apetrechos no berço representa mais segurança para o bebê.

Todas as peças que ficam em contato direto com a criança merecem atenção redobrada no momento da lavagem. “As máquinas de lavar são mais eficazes do que a lavagem à mão, pois são capazes de eliminar completamente todos os resíduos do sabão”, explica Andressa Isola.

Escolher produtos especiais para a pele delicada do bebê também é essencial.

Com o tempo, mães e pais acabam descobrindo o método ideal para fazer o bebê cair no sono. Enquanto essa noite não chega, a dica é experimentar: vale tentar um banho morno, uma canção de ninar, uma história.

De acordo com o pediatra José Gabel, essas atividades mais calmas devem ser iniciadas cerca de 30 minutos antes da hora de dormir – e é importante repeti-las todos os dias, seguindo a mesma ordem e sempre no mesmo horário. “O Leo tem 10 meses e dorme bem desde os 4. Claro que tem dias em que ele está mais agitado. Então, nessas ocasiões, apostamos em um banho e em luzes mais baixas. Caso não funcione, a melhor saída é dançar com ele preso no sling. Infalível!”, recomenda a jornalista Nathalia Pipa, 28 anos.

Ao completar 4 ou 5 meses, o bebê começa a entender que não faz mais parte da mãe. Por isso, é recomendado o uso de objetos que passam segurança para a criança e que ajudam a acalmá-lo durante o período de sono, popularmente chamados de “naninha”.

“É o chamado objeto transicional, pois o bebê transfere o sentimento de segurança que vem dos pais para esse mascote. É algo importante para o seu desenvolvimento emocional”, defende o especialista da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Lembre-se que o objeto deve ser macio e não oferecer nenhum tipo de risco. Depois que o pequeno pegar no sono, retire a naninha do berço para sua total segurança e tranquilidade.

Fonte : Crescer

Quais são as posições para o parto ?

Quais são as posições para o parto ?

Quais são as posições para o parto ?

Apesar da posição deitada ser a mais comum no mundo todo, ela ainda é na maioria das vezes a menos indicada, pois pode diminuir a quantidade de oxigênio que o bebê recebe durante as contrações.

Então, quais são as outras posições que podemos usar para parir ?

Parto de Cócoras 

Hoje é uma das mais usadas, a mulher fica na posição vertical apoiada no marido ou em um objeto como uma barra ou cama etc. Pode ser no banco de cócoras, na cama, na banheira ou a posição tradicional. O parto de cócoras é ótimo porque a posição facilita a saída do bebê, abre mais espaço na pelve, é menos ”dolorosa”, e pode ser feita em qualquer maternidade ou em casa.

Parto na água

Pode ser em uma banheira inflável ou uma banheira fixa, a água morna alivia as contrações e relaxa o que ajuda na saída do bebê. A mãe pode ficar de cócoras nela, ou deitada, de quatro, enfim a posição que se sentir melhor. Não tem risco do bebê se afogar como alguns pensam e é super prático.

Parto de Quatro

A mulher fica de quatro na cama, ou no chão (com apoio nos joelhos), pode ser no chuveiro, com apoio até de uma bola. É uma posição que as mulheres usam bastante e é tão boa quanto de cócoras.

Parto de lado

A mulher fica deitada de lado com uma perna apoiada (levantada). É uma boa alternativa também para quem prefere ficar deitada. Essa não é tão comum, mas muitas gostam.

Parto na escadinha

É quando colocamos um campo cirúrgico na escadinha (aquela para subir na cama do hospital) e o acompanhante senta no degrau de cima e a paciente fica apoiada pelo acompanhante. Quando vem a contração, ela coloca o corpo para a frente e empurra o bebê.

Fonte : Guia do Bebê – UOL