Novidades sobre o congelamento de óvulos

Novidades sobre o congelamento de óvulos

Novidades sobre o congelamento de óvulos

O desenvolvimento das tecnologias para diagnóstico e tratamento do câncer permite que um grande número de mulheres alcance a cura e retome suas atividades normalmente.

Dentre as diversas formas desta doença, o câncer de mama acomete cada vez mais mulheres em idade reprodutiva.

O tratamento contra a doença pode ser agressivo. Radioterapia, quimioterapia e algumas cirurgias mais invasivas podem destruir o potencial reprodutivo das pacientes.

O congelamento de óvulos é indicado para aquelas mulheres diagnosticadas com a doença e que desejam preservar a fertilidade.

O procedimento já é bastante difundido, com ótimos resultados, e deve ser realizado antes do início da quimioterapia e/ou radioterapia contra o câncer.

Os óvulos retirados da mulher ficam armazenados para que ela possa se submeter a fertilização in vitro e realizar o sonho da gravidez, dando continuidade às suas famílias e às suas vidas.

Atualmente, existe uma procura pelo congelamento social: mulheres que sabem que terão que postergar a gravidez por questões profissionais ou emocionais e optam por preservar sua fertilidade através do congelamento dos seus óvulos, quando ainda estão em quantidade e qualidade para garantir uma gestação saudável no futuro.

O procedimento para a retirada dos óvulos é o mesmo, tanto para as mulheres que optam pelo congelamento social quanto para às que vão se submeter ao tratamento do câncer.

Para garantir uma futura gestação é necessário o uso de medicamentos para estimulação da ovulação, processo que dura aproximadamente de 10 a 15 dias, tempo mais que suficiente, visto que a quimioterapia é iniciada geralmente de 45 a 60 dias após a confirmação cirúrgica do câncer.

Diferentemente do homem, a mulher não tem formação de novos gametas (óvulos). Ela já nasce com seu estoque, que vai sendo consumido ao longo da vida. Além disso, o envelhecimento diminui a quantidade de óvulos geneticamente normais, sobrando para o fim da vida reprodutiva óvulos de má qualidade genética. Por esses motivos, o ideal é que a preservação se faça até os 35 anos.

Fonte : Terra

Outubro Rosa e o combate ao câncer de mama

Outubro Rosa e o combate ao câncer de mama

Outubro Rosa e o combate ao câncer de mama

A cada Outubro Rosa, movimento que conscientiza sobre o câncer de mama, é formada uma corrente multiplicadora de mensagens que alertam sobre a importância da realização de exames de rotina, do acesso ao diagnóstico e do tratamento com qualidade.

O câncer de mama atualmente mata 13 milhões de mulheres no Brasil.

O exame da mamografia é o melhor para o rastreamento do tumor.

Nenhuma mulher está livre de desenvolver tumor maligno nas mamas.

O risco de ter a doença aumenta com a idade. Mas todas as mulheres, mesmo jovens, tem chances de desenvolver o tumor.

Por isso, é muito importante sempre ir na sua médica fazer exames e se prevenir contra a doença.

 

 

Como aliviar a cólica do bebê

Como aliviar a cólica do bebê

Como aliviar a cólica do bebê

Além de amamentar o bebê em um ambiente calmo, silencioso e com pouca luminosidade, evite mamadas muito próximas umas das outras. Isso porque as mamas podem não estar cheias o suficiente e o bebê acaba sugando muito ar, o que agrava o problema.

Tente também fazer com que seu filho arrote logo após amamentá-lo. O ideal é aguardar em torno de dez minutos. Na hora da cólica, um banho morno e um pouquinho prolongado, em média 15 minutos, é bom para a criança relaxar. Lembre-se ainda de que pais e mães precisam manter a calma (sim, respire) na hora da crise, pois a ansiedade dos adultos é sentida pelo bebê, que reage com mais choro e dor.

Tente acalmá-lo levando-o ao colo ou amamente. Massagens e bolsas térmicas mornas, ou compressas com pano morno, sobre a barriga ajudam, bem como exercícios dobrando as pernas em direção ao abdômen, de forma lenta e gradual, para auxiliar na eliminação dos gases.

Jamais ofereça qualquer medicamento para o bebê, a não ser que seja uma orientação do pediatra.

Fonte : Crescer

 

Programa Criança Feliz pretende atender mais de 4 milhões de crianças até 2018

Programa Criança Feliz pretende atender mais de 4 milhões de crianças até 2018

Programa Criança Feliz pretende atender mais de 4 milhões de crianças até 2018 

O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) pretende lançar, em breve, o programa Criança Feliz, com objetivo de promover o desenvolvimento infantil.

Para desenvolver o programa com maior eficácia possível, o ministério vai basear-se em experiências de sucesso de Estados e municípios voltadas à primeira infância como referência.

O Criança Feliz prevê, entre outras ações, visitas domiciliares semanais de acompanhamento dos filhos dos beneficiários do Bolsa Família.

Por meio do programa, o governo federal pretende atender mais de 4 milhões de crianças em todo o Brasil até 2018.

Para o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, as experiências regionais são importantes para que o Criança Feliz seja colocado em prática rapidamente em todo o país.

“Há milhões de crianças brasileiras que, neste momento, estão precisando de atendimento e de acompanhamento, e o nosso desafio é colocar em prática, o mais rápido possível, o programa nacional”, reforçou o ministro.

Osmar Terra participou do segundo dia da Oficina Técnica do Programa Criança Feliz, na Escola Nacional de Administração Pública (Enap), em Brasília (DF).

O encontro reuniu representantes do governo federal, governos estaduais, municipais e sociedade civil, para debater as diretrizes do programa.

Entre as experiências de sucesso na primeira infância já implementadas por Estados e municípios estão o Mãe Coruja Pernambucana, Primeira Infância Melhor (PIM), do Rio Grande do Sul, o Família que Acolhe, de Boa Vista (AC), e o programa Família Paulista, do Estado de São Paulo.

Conforme a coordenadora do Família Paulista, Ligia Pimenta, o programa se destaca pelo diálogo que promove entre áreas como assistência social, saúde, educação, cultura e justiça. As ações alcançam 28 municípios.

“Esse é o nosso diferencial: a colaboração, o diálogo e o fortalecimento das capacidades das equipes, para que elas possam compreender o seu papel a partir dos contextos em que estão inseridas”, explicou.

Outra referência é o trabalho realizado pela Pastoral da Criança, que tem mais de 30 anos de atuação no acompanhamento infantil. A instituição está presente em mais de 3,7 mil municípios.

“A gente percebe que nos primeiros mil dias de vida as doenças crônicas podem ser prevenidas. Por isso, toda a ação que reforça as condições dos pais, da mãe, de quem cuida da criança de dar um bom ambiente a ela, tem de ser aplaudida”, ressaltou o coordenador nacional adjunto da Pastoral da Criança, Nelson Arns Neumann.

Fonte : Portal Brasil