Carinho na barriga da gestante

Carinho na barriga da gestante

Carinho na barriga da gestante

É importante fazer carinho na barriga da gestante, porque o bebê consegue sentir e será influenciado no futuro.

O tato é um sentido bastante desenvolvido a partir do quarto mês de gestação.

É importante massagear a barriga, tocá-la e fazer com que o bebê sinta que está recebendo atenção tanto do papai quanto da mamãe.

Um dos maiores especialistas mundiais nos sentidos dos fetos, o psicólogo francês Jean-Pierre Lecanuet, revela que muitas das coisas que estamos descobrindo agora são uma simples confirmação do que mamães e papais sempre souberam : os filhos precisam de carinho mesmo antes do nascimento.

Projeto consegue aumentar número de partos normais no Brasil

Projeto consegue aumentar número de partos normais no Brasil

Projeto consegue aumentar número de partos normais no Brasil

A cada 10 partos realizados em maternidades particulares no Brasil, 8 são cesáreas, o que faz com que o Brasil ostente o título de país com mais cesarianas do mundo.

Mas futuros levantamentos sobre o tema podem trazer uma queda nesse percentual por causa de um projeto chamado Parto Adequado, implementado em 40 hospitais do país, que visa aumentar o número de partos normais no Brasil.

Em menos de um ano, essas maternidades conseguiram fazer com que a média de cesarianas caísse de 78% para 69%.

Além disso, mais da metade dos hospitais envolvidos já conseguiu reduzir o índice para 60%.

O gerente médico do hospital Nipo-Brasileiro Rodrigo Borsari conta que a instituição implementou diversas mudanças que fizeram o número de partos normais subir de 15% para 40% em menos de um ano.

Na remuneração dos médicos, são duas mudanças básicas – uma já em vigor e outra sob análise.

“Com o Parto Adequado, fechamos um contrato com uma operadora de saúde, que agora paga aos médicos o dobro pelo parto normal do que pela cesárea”, diz Rodrigo Borsari.

“Temos uma série de metas que, se atingidas, aumentam a remuneração. Um exemplo é a UTI neonatal: se reduzirmos a internação em 10%, o plano de saúde vai pagar mais tanto para o hospital quanto para o médico. Já temos menos internações, mas faremos uma análise detalhada nos próximos meses e esses valores serão pagos retroativamente.”

O pediatra Pierre Barker, vice-presidente do americano Institute for Healthcare Improvement, comentou sobre o projeto.

“Estou extremamente otimista em relação ao projeto. Jamais vi tamanha redução nas taxas de cesáreas em tão pouco tempo”, disse à BBC Brasil.

Fonte : Bem Estar – Globo.com

Consumo de adoçante pela mulher durante a gravidez

Consumo de adoçante pela mulher durante a gravidez

Consumo de adoçante pela mulher durante a gravidez

Ainda há controvérsias sobre o uso de adoçantes pelas mulheres no período da gravidez.

As dúvidas existem por não haver muitos estudos científicos que comprovem ou não os prejuízos ao bebê caso a mamãe consuma adoçantes enquanto grávida.

Os adoçantes são produtos naturais ou artificiais que substituem o açúcar oferecendo menos calorias com um sabor doce, por isso engordam menos que o açúcar. São compostos por substâncias edulcorantes, isto é, substâncias que são extremamente doces mesmo em pequenas porções.

Alguns estudos realizados com a sacarina e ciclamato, substâncias presentes em alguns adoçantes e alimentos dietéticos, sugerem um potencial cancerígeno, porém os experimentos levaram em consideração uma alta ingestão dessas substâncias, algo que normalmente não aconteceria no dia a dia das pessoas e mesmo assim alguns estudos isentam essas substâncias de serem cancerígenas. Sabe-se que essas substâncias atravessam a barreira placentária, mas como os estudos com a sacarina e ciclamato e os prejuízos ao feto humano ainda são insuficientes para qualquer conclusão, o melhor é evitá-los durante a gestação.

Depois a mamãe pode voltar a consumir seus adoçantes sossegada.

Já o aspartame, outra substância bastante encontrada nos adoçantes e produtos diet atuais, contém fenilalanina, contra-indicado para pacientes portadores da fenilcetonúria (mal congênito e raro que se caracteriza pela ausência de uma enzima que faz o metabolismo da fenilalanina e que é diagnosticado no teste do pezinho).

Estudos dizem que para provocar danos neurológicos no feto a gestante teria de consumir altas doses do aspartame, como oito latas de refrigerante a cada oito minutos.

A Associação Americana Dietética diz que o consumo de aspartame durante a gravidez é seguro, mas as recomendações médicas ainda são de evitar essa substância durante os nove meses.

A frutose e stévia são adoçantes naturais, extraído das frutas e de uma planta respectivamente. Apesar de naturais, também não há estudos que possam comprovar que são seguros para que se consuma durante o período gestacional.

O ideal é que a futura mamãe estabeleça para sua gravidez um período de alimentação equilibrada e de exercícios para não ganhar uns quilinhos a mais.

Já as mamães que estão acima do peso, a gravidez não é hora mais adequada de engatar dietas mirabolantes. Alimentação adequada combinada com exercícios são suficientes para que assegure a sua saúde e do bebê.

A única recomendação é para as futuras mamães que são diabéticas. Há a necessidade do corte do açúcar e por vezes de adoçantes. O objetivo neste caso é evitar um alto consumo enquanto o bebê estiver se desenvolvendo dentro da sua barriga.

Fonte : Guia do Bebê – UOL

Grávida não deve reduzir atividade física

Grávida não deve reduzir atividade física

Grávida não deve reduzir atividade física

Levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo em parceria com o Celafiscs (Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul), entidade responsável pelo programa Agita São Paulo, indica que 65% das mulheres grávidas não praticam o tempo mínimo recomendado de atividades físicas durante o período de gestação.

Durante o estudo, 127 mulheres grávidas, com idades entre 16 e 40 anos, utilizaram o “pedômetro”, aparelho que mede o número de passos dados, além de responderem a questionários específicos.

No início da gravidez, as futuras mães realizavam exercícios diários por, pelo menos, 30 minutos de forma contínua, tempo recomendado tanto pela Secretaria de Estado da Saúde, quanto pela Organização Mundial da Saúde, válido também para as mulheres grávidas, mediante acompanhamento médico.

Dentre essas gestantes que diminuíram a carga de atividade física, o nível de exercícios caiu 34% durante a semana já no segundo trimestre de gravidez. No terceiro trimestre a redução foi ainda maior: 41% em relação ao início da gestação.

“Os motivos apresentados pelas mulheres vão desde excesso de peso até a influência de familiares e amigos que as orientam a se preservarem, não fazerem exercícios. As gestantes devem adotar um estilo de vida ativo, praticando, ao menos, 30 minutos de exercício físico por dia. Com isso, a mãe e seu bebê só têm a ganhar”, afirma Timóteo Araújo, presidente do Celafiscs.

Ele diz que a prática de atividades físicas é um item que deve fazer parte do período pré-natal. Por isso, o acompanhamento médico é fundamental, inclusive para conscientizar as gestantes das complicações ocasionadas pela falta de exercícios.

“O primeiro risco que a gestante que não pratica atividade física corre é o sedentarismo. Com isso, ocorre um aumento do peso corporal em excesso, que, por sua vez, aumenta o risco de diabetes. Os benefícios de um estilo de vida ativo para grávidas vão desde o controle de peso e de glicemia até a prevenção de hipertensão. As gestantes devem ter consciência que, nesse momento, os riscos não se aplicam somente à ela. Ao bebê também”, explica Timóteo Araújo

Fonte : UOL