Nova técnica de reprodução preserva fertilidade de pacientes com câncer

Nova técnica de reprodução preserva fertilidade de pacientes com câncer

Nova técnica de reprodução preserva fertilidade de pacientes com câncer

O Centro de Reprodução Humana do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo trouxe para o Brasil um novo procedimento de preservação da fertilidade voltado para mulheres com câncer e em idade fértil (até 35 anos) que pretendem engravidar após o fim do tratamento.

Este método consiste em congelar parte do ovário das mulheres com câncer, antes da quimioterapia e como forma de preservar sua atividade, para depois reimplantá-la quando curadas, permitindo que engravidem.

No mundo, já são mais de 60 crianças nascidas a partir dessa técnica. No Brasil, o procedimento de congelamento do tecido ovariano nas pacientes oncológicas é recente.

O congelamento de tecido pode trazer uma expectativa melhor de sucesso. Porém, o tecido só será usado após a paciente ter alta do tratamento oncológico.

Essa técnica que foi desenvolvida lá pelo professor Jacques Donnes, da Universidade de Bruxelas.

Como os procedimentos de radioterapia e quimioterapia podem prejudicar os órgãos reprodutores femininos, principalmente os ovários, a técnica é uma possibilidade de preservar a capacidade reprodutiva destas mulheres.

Realizada por meio de uma biópsia do ovário, parte do tecido contendo alta concentração de óvulos é retirada e congelada. O procedimento é semelhante ao do congelamento de gametas (óvulos e espermatozoides), porém sua eficácia é maior.

Este método tem mais potencial do que o congelamento de gametas, pois a quantidade preservada de óvulos é bem maior. No entanto, é fundamental que as mulheres tenham no máximo 34 anos, sendo o ideal antes dos 30.

Depois do término do tratamento oncológico, basta uma nova intervenção cirúrgica para reimplantar o tecido congelado no local do próprio ovário. Dessa forma, a mulher pode, inclusive, readquirir a capacidade de engravidar naturalmente, embora o procedimento de fertilização in vitro seja o mais apropriado.

A embriologia está cada vez mais evoluída, o que contribui para que as mulheres tenham várias alternativas de realizarem o sonho de ser mãe.

Como produzir mais leite materno ?

Como produzir mais leite materno ?

Como produzir mais leite materno ?

Pergunta clássica e que costuma ser feita quando a mãe já está desesperada com o bebê chorando sem parar : como faço para produzir mais leite materno ?

Vamos explicar direitinho os principais motivos para a produção insuficiente de leite e como corrigí-los.

Ansiedade, estresse, cansaço, tensão pós-parto e dores relacionadas à gravidez e amamentação podem reduzir a produção de leite, já que esses fatores jogam no corpo da mulher hormônios que inibem a descida do leite materno.

Busque a causa do estresse que te domina e tente domá-lo. Se dê o direito de repousar de verdade. Procure superar ou enfrentar situações difíceis de maneira mais harmoniosa e peça um pouco mais de apoio do papai ou outra pessoa nos afazeres domésticos.

Outra razão para o pouco leite é a amamentação incorreta ou (e) insuficiente do bebê. Quanto mais você der de mamar corretamente, mais o seu corpo vai produzir leite materno. É algo natural do corpo. O prazer em ver o seu filho mamando perfeitamente acaba liberando mensagens positivas ao cérebro, que automaticamente, autoriza a produção de mais e mais leite.

Tanto é que se a amamentação estiver perfeita, você vai ter leite para dar de mamar várias vezes ao dia. Isso acontece justamente porque a produção é estimulada devido à amamentação certa.

Se amamentar corretamente é fundamental para fabricar mais lente, precisamos ter noção de como conseguir uma amamentação certa.

Vale algumas observações pertinentes. O ideal é o bebê abocanhar toda a aréola do seio, e não apenas o bico. O bebê quando põe a boca de forma errada no peito da mãe acaba trazendo dois problemas grandes. Ele pode ferir o bico do seio da mãe, causando dores fortíssimas e atrapalhando futuras amamentações. Além disso, por pegar errado o peito, consequentemente sairá menos leite do peito. E como foi dito no começo do texto, se a amamentação for incorreta, a mãe terá mais dificuldade de produzir leite.

Veja só por que o pequeno deve pegar toda a aréola do seio. As “bolsinhas” que guardam o leite materno ficam posicionadas por baixo de toda a aréola do seio e, portanto, o bebê terá muito mais facilidade se tiver a boca em toda a aréola.

Beba bastante líquido para aumentar a produção de leite materno. Aumente em pelo menos 1 litro a ingestão diária de líquidos (pode ser água, sucos, sopas ralas, leite, iogurtes, frutas in natura como melancia e laranja), mas evite bebidas alcoólicas, refrigerantes e sucos artificiais.

Fonte : Guia do Bebê – UOL

 

Ciclo Menstrual

Ciclo Menstrual

Ciclo Menstrual

O ciclo menstrual dá pistas de sua fertilidade. O ideal é durar de 28 a 32 dias.

Ciclos longos (acima de 35 dias) sugerem alterações endócrinas que impedem o folículo de amadurecer e liberar óvulos de boa qualidade.

Já os ciclos curtos (inferiores a 26 dias) podem estar associados a uma baixa reserva ovariana.

Se eles forem irregulares, a ovulação talvez não esteja acontecendo.

As razões variam de distúrbios da tireoide e a presença de cistos no ovário.

Conselhos para ajudar a melhorar o seu processo de fertilidade

Conselhos para ajudar a melhorar o seu processo de fertilidade

Conselhos para ajudar a melhorar o seu processo de fertilidade

De acordo com uma pesquisa do Ministério da Saúde, o percentual de mães na faixa etária de 30 anos cresceu na última década, passando de 22,5% em 2000 para 30,2% em 2012.

Mas, como o relógio biológico não acompanha essa mudança de paradigma é muito importante cuidar da fertilidade.

Por isso, para aumentar as chances de engravidar mais tarde, seja do primeiro ou do segundo filho, é preciso estar atenta à saúde desde cedo.

Alguns conselhos para as mulheres que querem ser mães :

– Pare de fumar

A gente já sabe que o cigarro faz mal pra saúde no geral. O cigarro contém ainda uma lista extensa de malefícios ao organismo, incluindo o aumento das chances de infertilidade. No Brasil, 30% dos fumantes estão em idade reprodutiva. Fumar dificulta a produção do hormônio sexual feminino (o estrógeno), diminui a reserva dos ovários (que contém os folículos dos óvulos), interfere no desenvolvimento dos óvulos, favorece a formação de óvulos com alterações genéticas (o que pode acarretar em doenças genéticas para o bebê), antecipa a menopausa e retardada o momento da concepção.

– Reduza o consumo de álcool

Mesmo quando consumido moderadamente, o álcool tende a afetar a fertilidade. Tomar uma garrafa de vinho ou cinco doses de outra bebida por semana, por exemplo, pode reduzir as chances de gestação e a libido em ambos os sexos. Beber em excesso pode resultar em mau funcionamento dos ovário – implicando em irregularidade do ciclo menstrual, ausência de ovulação e aumento do risco de aborto espontâneo.

– Amenize o estresse

O estresse causa distúrbios hormonais importantes – interferindo no processo de desenvolvimento dos óvulos –, prejudica o funcionamento dos ciclos menstruais e leva à ausência de ovulação. Na vida moderna, sabemos, as causas de estresse são tantas que é impossível enumerá-las sem deixar algo importante de lado. Afinal, cada indivíduo tem sua própria rotina e carga de estresse. Para saber o que ocasiona o seu estresse, é preciso que você avalie aquilo que mais a afeta (o que tem lhe deixado preocupada, irritadiça e sem sono ou fome?). Outra saída já comprovada para aliviar o estresse é manter, na medida do possível, um estilo de vida saudável, com alimentação adequada e exercícios físicos regulares.

– Cuide da sua alimentação

Estudos mostram que a alimentação afeta diretamente as chances de engravidar. A subfertilidade (quando há a chance de engravidar, mas ainda é baixa se comparada à população normal), por exemplo, pode ser tratada com uma dieta controlada com alimentos que contenham zinco e ácido fólico, como carnes e folhas verde-escuras. Mas nada de exagerar na dieta, já que uma alimentação restritiva também pode prejudicar a fertilidade.

Fonte : UOL

Aleitamento materno

Aleitamento materno

Aleitamento materno

O aleitamento materno é um processo que envolve três fatores : ambientais, fisiológicos e emocionais.

É muito importante ter o conhecimento de que a produção de leite é determinada pela ação hormonal na gestação e é aumentada quando ocorre o aleitamento materno de forma adequada.

Por quê devemos amamentar o bebê até pelo menos 6 meses de vida ?

– O aleitamento materno é completo porque contém vitaminas, minerais, gorduras, açucares e proteínas. Todos nutrientes apropriados para o organismo do bebê.

– O leite materno possui também, muitas substâncias nutritivas e de defesa, que não é encontrado no leite de vaca;
– É adequado, completo, equilibrado, suficiente para seu bebê. Não existe leite fraco;
– É feito especialmente para o estômago da criança, por isso apresenta mais fácil digestão.
– Além do mais o leite materno é limpo, não apanha sujeira como a mamadeira, está pronto a qualquer hora e na temperatura certa, além de não ter nenhum custo finceiro.

Sem falar que o aleitamento materno também beneficia a família da criança, aumentando os laços entre a mãe e o bebê durante a amamentação, diminui o sangramento da mãe após o parto, faz o útero voltar mais rápido ao tamanho normal, diminui o risco de câncer de mama e ovários, é econômico e prático.

Para concluir, o leite materno é o alimento natural da criança. Nos seus primeiros meses de vida, é o leite que contém mais vantagens, além de passar afeto e amor a criança. A criança que está sendo bem amamentada no seio raramente adoece.