Mioma sob controle

Mioma sob controle

Mioma sob controle

A embolização uterina aparece como uma ótima opção de tratamento para quem sofre com mioma, tipo de tumor benigno que se aloja no útero.

A embolização uterina mostrou-se uma técnica rápida e segura para o tratamento de miomas. Faz-se uma incisão de mais ou menos dois milímetros na virilha com anestesia local e um cateter é conduzido às artérias uterinas que levam sangue para os miomas.

Não é necessário dar pontos porque o procedimento não deixa cicatriz e a paciente volta para casa no mesmo dia.

Com isso, é possível bloquear o crescimento do tumor, manter o útero e as chances de fertilidade e reduzir os desconfortos causados pelo problema, como, por exemplo : sangramento menstrual intenso e prolongado, cólica, prisão de ventre e dor durante relações sexuais.

E não para por aí : depois da intervenção, o mioma pode regredir até 40 % ao longo do acompanhamento médico (que deve durar pelo menos um ano).

Fonte : Revista Corpo a Corpo

Tratamentos alternativos para mulheres com ovário policístico

Tratamentos alternativos para mulheres com ovário policístico

Tratamentos alternativos para mulheres com ovário policístico

A pílula anticoncepcional é o método mais usado para tratar a síndrome do ovário policístico (SOP), distúrbio hormonal que provoca a formação de cistos nos ovários e pode alterar o ciclo menstrual, dificultando a gravidez e podendo levar à obesidade e ao aumento de pelos e acnes.

Muitas mulheres, contudo, buscam alternativas à pílula – pela vontade de engravidar ou por não quererem usar o remédio.

A metformina, medicamento também usado no tratamento de diabetes, é uma das melhores formas de normalizar a ovulação das pacientes. A SOP também caracteriza-se pelo aumento de insulina. A metformina reduz os hormônios masculinos e regula essa insulina. O medicamento deve ser usado duas vezes ao dia, em doses indicadas pelo médico.

Outro tratamento é o uso de um diurético, chamado espironolactona. Neste caso, o tratamento é diário, ele estimula a ovulação e diminui os hormônios masculinos.

A mudança de hábitos também é aliada do tratamento.

Uma dieta com poucos carboidratos é essencial, já que as pacientes têm resistência insulínica. Exercícios físicos diminuem obesidade e colesterol, sinais de muitas mulheres com SOP.

Fonte : Jornal EXTRA

 

Campanha do Dia Mundial da Prematuridade mostra que parto prematuro pode ser prevenido

Campanha do Dia Mundial da Prematuridade mostra que parto prematuro pode ser prevenido

Campanha do Dia Mundial da Prematuridade mostra que parto prematuro pode ser prevenido

A expectativa de toda gestante é completar nove meses antes de ter seu filho. Contudo, entre 8% e 10% dos partos no Brasil acontecem de forma prematura — isto é, antes de 37 semanas de gestação —, o que traz riscos para a saúde do bebê e desamparo para mães e pais.

O Dia Mundial da Prematuridade, comemorado nesta terça-feira, é uma forma de prevenir novos casos — já que, segundo relatório de 2010 da Organização Mundial da Saúde, o Brasil está na 10ª posição entre os países onde há mais partos prematuros — e dar apoio aos responsáveis.

— A maior dificuldade relatada pelos pais é sair do hospital e deixar o bebê na UTI — diz Denise Suguitani, diretora da ONG Prematuridade.com, que oferece informações gratuitas na internet: — Outro problema é a falta de apoio psicológico nas unidades neonatais para as famílias, que costumam levar para casa dúvidas sobre a situação.

O leite materno é também essencial para o desenvolvimento do bebê que nasceu prematuramente, mesmo quando ele estiver na UTI.

Segundo a pediatra Soraya Alves, o leite da mãe é produzido de acordo com a idade gestacional da criança — ou seja, o leite de uma mãe de seis meses de gestação é diferente de uma de nove:

— Além de ser de mais fácil ingestão para os prematuros, que ainda têm um sistema digestivo imaturo, o leite materno atende a todas as necessidades do bebê, de acordo com o seu tempo de vida.

Embora cerca de 30% das gestações prematuras sejam de causa desconhecida, segundo o obstetra e diretor da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado do Rio (SGORJ) Antônio Braga, há formas de prevenir. Tabagismo, baixo peso da mãe, infecção urinária, abertura no colo do útero e alterações hormonais são alguns motivos que podem levar à prematuridade.

— A mulher que quer engravidar precisa fazer exames, parar de fumar e, em alguns casos, buscar orientação nutricional. Outro fator de risco é ter tido parto prematuro — diz.

Há um ano, Gisely Lagislao, de 31 anos, fez o parto com 23 semanas de gestação. Bem de saúde, sua filha ainda faz acompanhamento:

— Ela ficou três meses na UTI e, ainda hoje, vai a pediatra, pneumologista, fisioterapeuta e fonoaudióloga.

Fonte : Jornal EXTRA

 

Como prevenir a infecção urinária

Como prevenir a infecção urinária

Como prevenir a infecção urinária

A infecção do trato urinário (ITU), popularmente conhecida como infecção urinária, é causada na maioria dos casos por uma bactéria presente na flora intestinal do nosso corpo.

Na vagina ou no reto, esse microrganismo não causa danos à saúde. O problema é quando a bactéria consegue entrar pelo canal da uretra, podendo contaminar o aparelho urinário.

Isso é mais comum nas mulheres por causa da anatomia delas. A uretra feminina (canal condutor da urina) é mais curta (4 a 5 centímetros) do que a masculina (12 centímetros). Além disso, encontra-se próxima do canal vaginal, facilitando o acesso de bactérias do meio externo para o aparelho urinário.

Portanto, para evitar que as bactérias passem do ânus para a vagina, é fundamental a higienização de frente para trás.

A doença é mais comum em mulheres em atividade sexual e na menopausa, por causa da dimunuição do estrogênio e dos micro-organismos que protegem a região vaginal.

Quanto antes iniciado o tratamento com antibióticos e anti-inflamatórios específicos para o aparelho urinário, menor o risco de ocorrerem complicações.

A ingestão de líquidos, principalmente água, dificulta a proliferação de bactérias que se fixam no aparelho urinário.

O suco de cranberry se tornou popular para combater esse tipo de infecção, porque tem propriedades antibacterianas e também dificulta a a adesão das bactérias às paredes da bexiga, evitando a cistite.

Fonte : Revista Caras

Campanha Outubro Rosa termina com maior conscientização sobre câncer de mama no Brasil

Campanha Outubro Rosa termina com maior conscientização sobre câncer de mama no Brasil

Campanha Outubro Rosa termina com maior conscientização sobre câncer de mama no Brasil

No mês de outubro, tivemos a campanha Outubro Rosa, que teve como objetivo a conscientização das mulheres para a necessidade da prevenção do câncer de mama. O Outubro Rosa acabou com um balanço positivo, segundo a senadora Gleisi Hoffmann (PT). “De janeiro a junho, as unidades do SUS fizeram 1,8 milhão de mamografias. São 31% a mais do que no mesmo período de 2010. Além disso, o Senado aprovou o projeto que garante exames mamográficos a mulheres com elevado risco de desenvolvimento de câncer, independentemente da idade”, destacou a senadora em discurso no Congresso Nacional.

O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, Por ano, surgem cerca de 57 mil novos casos no Brasil, sendo 15% só no Rio de Janeiro. Em média, quase 15 mil brasileiras morrem por ano por causa dessa doença.

Diagnosticado precocemente, a chance de cura é de aproximadamente 90%, porém, muitas vezes, durante o tratamento, os médicos têm que retirar o seio, o que gera sofrimento nas pacientes. Essa dor é amenizada pela reconstrução da mama, oferecida, desde 2013, gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A reconstrução ajuda as mulheres a recuperarem a vaidade e a autoestima.

“Há dez anos eu tive um câncer de mama e me sentia incompleta e feia. Só depois da reconstrução mamária, voltei a me sentir bem, a me olhar com orgulho e me achar bonita de novo”, declarou a dona de casa Maria Aparecida, de 55 anos.

A cirurgiã plástica Bruna Salvarezza esclarece que não ocorre uma reconstrução, e, sim, uma imitação da mama. “Não é possível reconstruir efetivamente uma mama. O que fazemos é uma “imitação” da mama original, semelhante na aparência e no formato. As mulheres que se submetem ao procedimento levam uma vida normal, sem restrições ao uso de roupas, biquínis ou relações sexuais”, diz Bruna.

A médica explica que o processo de reconstrução pode retardar o início do tratamento complementar e é importante que a paciente esteja ciente disso antes de tomar a decisão. “Isso pode acontecer nos casos de reconstrução imediata (a mama é ressecada e reconstruída na mesma cirurgia), por se tratar de procedimento mais longo, complexo e mais suscetível a complicações pós-operatórias”, avalia.

Fonte : O Dia