Conselho Federal de Medicina (CFM) libera mulheres com mais de 50 anos para fazer tratamento de inseminação artificial

Conselho Federal de Medicina (CFM) libera mulheres com mais de 50 anos para fazer tratamento de inseminação artificial

Conselho Federal de Medicina (CFM) libera mulheres com mais de 50 anos para fazer tratamento de inseminação artificial

Uma nova resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) liberou mulheres com mais de 50 anos para fazer tratamento de inseminação artificial.

Assim, mulheres com mais de 50 anos que queiram engravidar vão poder recorrer a técnicas de reprodução assistida, desde que assumam os riscos do procedimento.

A decisão faz parte de nova resolução divulgada na semana passada pelo CFM, que atualiza as regras para reprodução assistida no Brasil.

Especialistas no assunto comemoraram a decisão, que, segundo eles, representa um grande avanço frente à última resolução do órgão, de 2013.

“A norma atual veio para corrigir alguns pequenos problemas. A resolução evita abusos e resguarda a saúde da mulher. Antes, uma mulher de 49 anos, hipertensão e que tinha diabetes podia utilizar a reprodução assistida e uma de 50, mesmo saudável, não. O conselho corrigiu isso e cabe o discernimento do médico para decidir se é possível fazer ou não”, comenta Luiz Fernando Dale, especialista em Reprodução Humana e membro da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida.

Maria Cecília Erthal, especialista em reprodução humana e diretora-médica do Vida  – Centro de Fertilidade da Rede D’Or, concorda. “Entendemos que existem riscos, mas a decisão da mulher prevalece, desde que ela receba todos os esclarecimentos do médico que a acompanha. Além de expandir o alcance das normas, é importante garantir a segurança do paciente e a ética no trabalho do especialista”.

Fontes : O Dia e Bem Estar (Rede Globo de Televisão)

 

 

Síndrome do ovário policístico

Síndrome do ovário policístico

Síndrome do ovário policístico

A síndrome do ovário policístico é um distúrbio hormonal que atinge cerca de 7% das mulheres na idade reprodutiva.

A doença é definida por um aumento de tamanho dos ovários, que criam várias bolsas cheias de líquido (cistos).

O sintoma principal da síndrome do ovário policístico é a irregularidade menstrual. Quase todas as mulheres que têm esse síndrome, têm esse sintoma. A menstruação aparece só de vez em quando, tem grandes atrasos.

Mais de metade das mulheres diagnosticadas com síndrome do ovário policístico têm excesso de peso. Também aparecem níveis elevados de hormônios masculinos.

Sua causa ainda não é totalmente esclarecida. A hipótese é que ela tenha uma origem genética e estudos indicam uma possível ligação entre a doença e a resistência à ação da insulina no organismo, gerando um aumento do hormônio na corrente sanguínea que provocaria o desequilíbrio hormonal.

A síndrome dos ovários policísticos tem tratamento e, quanto antes ele for iniciado, menores são as chances de a doença causar danos graves.

Se você quer engravidar e foi diagnosticada com síndrome do ovário policístico, não desespere ! Para ajudar na ovulação, procure um médico para saber como usar os indutores de ovulação. Mas não se esqueça de que você só poderá usá-los depois de autorização médica.

Você deve fazer os tratamentos adequados, sempre com acompanhamento médico. É necessário um conjunto de ações para voltar a ter ciclos ovulatórios. Você tem que procurar uma ginecologista, um endocrinologista, um clínico geral e um nutricionista para saber quais atitudes deverá tomar.

 

 

As vantagens do parto normal

As vantagens do parto normal

As vantagens do parto normal

– A dor no pós-parto normal é muito menor, se comparado à cesariana, um processo cirúrgico de grande porte, que pode ocasionar dor e desconforto.

– O resultado estético depois da gravidez é melhor, em consequência da cicatriz gerada pela cesariana. A recuperação da mulher após o parto normal é melhor.

– O sangramento é menor.

– Ao entrar em trabalho de parto, o bebê expele líquido dos pulmões ao ser estimulado pelas contrações e, consequentemente, diminui-se os riscos de problemas respiratórios.

 

 

 

 

Os benefícios do leite materno

Os benefícios do leite materno

Os benefícios do leite materno

Do ponto de vista nutricional, a proteína do leite materno fornece todos os aminoácidos que o bebê precisa, na proporção e qualidade adequadas e aperfeiçoadas pela natureza ao longo de milhões de anos de evolução.

Não há nada melhor para o recém-nascido do que o leite de sua mãe. O aleitamento materno é superior a qualquer outra alternativa nutricional.

O leite humano possui mais gordura do que o leite de vaca. Essa gordura, no entanto, é de fácil digestão e absorção e a maior fonte de energia para a criação.

Os ácidos graxos essenciais do leite humano são importantes para o desenvolvimento e proteção do sistema nervoso. As gorduras presentes no leite materno estão presentes também na constituição do cérebro humano.

Crianças que recebem leite materno como alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida são mais resistentes a infecções, alergias, doenças e até mesmo complicações mais simples, como a cólica.

 

 

Veja verdades e mitos sobre gravidez e fertilidade

Veja verdades e mitos sobre gravidez e fertilidade

Veja verdades e mitos sobre gravidez e fertilidade

A dificuldade de engravidar pode acontecer por uma série de fatores que envolvem desde hábitos do dia a dia até problemas de saúde capazes de influenciar na fertilidade.

A endometriose, por exemplo, realmente dificultam a chance de ter um bebê, mas não a torna impossível.

Má alimentação e DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) também atrapalham a chegada da gravidez

Veja abaixo as dúvidas esclarecidas por ginecologistas.

Tomar pílula por muito anos dificulta a gravidez ?

MITO – O uso da pílula inibe a ovulação por um período, mas é um processo reversível que tem um prazo diferente em cada mulher para voltar ao normal. Há chances de engravidar assim que a mulher parar de tomar a pílula.

Fertilização in vitro é mais eficaz do que a inseminação artificial ?

VERDADE – Na fertilização in vitro, o encontro do espermatozoide com o óvulo é feito em laboratório e o embrião já é colocado dentro do útero, aumentando as chances de sucesso.
Já na inseminação artificial, o sêmen é introduzido dentro do útero quando a mulher está no período fértil (ovulando). No entanto, neste processo corre-se o risco de os espermatozoides não alcançarem o óvulo e não ocorrer a fecundação.

Endometriose limita as chances de gravidez ?

VERDADE – A endometriose é responsável por até 30% das causas de infertilidade feminina. A doença ocorre quando há presença de tecido uterino (endométrio) fora do útero. Essa “sobra” pode chegar na cavidade abdominal, nos ovários, nas trompas e na bexiga, causando inflamações e aderências que comprometem a fertilidade. A endometriose costuma afetar mulheres nos anos reprodutivos, mas pode ser tratada.

Mulheres que não menstruam não podem engravidar ? 

PARCIALMENTE VERDADE – A menstruação é um sinal de que a mulher mantém um ciclo normal e que provavelmente está ovulando. Se a menstruação não acontece, pode ser um sinal de que não está havendo uma boa ovulação e, com isso, não haverá chance de engravidar. No entanto, a ausência da menstruação pode ser um fato temporário e pode ter fundo emocional ou hormonal.

Ter DST atrapalha a engravidar ?

VERDADE – As doenças sexualmente transmissíveis causam infecções na região pélvica que podem dificultar a gravidez. A clamídia (doença causada pela bactéria Chlamydia trachomatis, que atinge os órgãos sexuais e podem atravessar o colo uterino), por exemplo, inflama as tubas uterinas e prejudica a captação dos óvulos, impedindo a formação de embriões. Porém, ao tratar as DSTs, a saúde melhora, o que pode ajudar na fecundação.

A má alimentação e a obesidade interferem na fertilidade ?

VERDADE – Mulheres obesas produzem mais o hormônio estradiol, proveniente das células de gordura, que podem bloquear a ovulação. Em alguns casos, basta perder peso para conseguir engravidar naturalmente. Quem quer engravidar, tem que ter uma alimentação saudável e balanceada, rica em vitaminas e proteínas porque alimentos saudáveis ajudam a melhorar a qualidade dos óvulos e dos espermatozoides.
Fonte : UOL