Menopausa

Menopausa

Menopausa

A menopausa, fase difícil para muitas mulheres, pode ter uma complicação a mais : o ganho de peso. Alterações no corpo feminino, se não forem acompanhadas por uma mudança nos hábitos, podem resultar em quilos a mais anualmente.

Durante a fase reprodutiva, as mulheres produzem em grande quantidade hormônios femininos, o estrogênio e a progesterona, e em menor volume o masculino, a testosterona.

Depois da menopausa (marcada a partir de um ano da última menstruação), no entanto, a produção do hormônio feminino termina, continuando apenas a do masculino.

Esse hormônio interfere no metabolismo da insulina, e a mulher deixa de queimar gordura na velocidade que estava queimando.

Outras alterações reforçam o problema. Uma delas é causada por um dos principais sintomas da menopausa, o calor, que interfere no sono. Se a mulher tem um sono superficial, não descansa. Acorda cansada, sem disposição, queimando menos calorias.

O lado psicológico influencia. A falta de hormônios pode levar a doenças como depressão e insônia, que diminuem a vontade de fazer exercícios, e ainda pode aumentar o apetite. A mulher joga a ansiedade em alguma coisa.

Por isso, mudanças na atividade física e nos hábitos alimentares são importantes para evitar o ganho de peso. O metabolismo vai ficando mais lento. A mulher precisa comer menos e queimar mais calorias.

Outra opção é utilizar a reposição hormonal. Com ela, a mulher vai manter o equilíbrio que havia antes.

Quem já teve um câncer ginecológico (no útero, ovário ou mama) ou tem histórico de trombose, contudo, não pode utilizar esse método.

Fonte : O DIA

Dicas para aumentar as chances de engravidar

Dicas para aumentar as chances de engravidar

Dicas para aumentar as chances de engravidar

O período fértil da mulher acontece no intervalo de dias que antecedem a ovulação e dura até três dias depois que a ovulação ocorreu.

Não existe uma fórmula exata para todas as mulheres, porque cada corpo trabalha de uma forma e o ciclo menstrual e dia da ovulação variam bastante. Mesmo assim, ainda sim é possível identificar o período em que você irá ovular e, dessa forma, aumentar as suas chances de conceber um bebê.

No período de 2 anos, cerca de 90% dos casais conseguem engravidar de forma natural, praticando sexo sem proteção e 2 ou 3 vezes durante o período fértil.

Porém se a mulher já tem mais de 35 anos esta estimativa passa para 3 anos. E aos quarenta, essa estimativa cairá pela metade do que era aos 35.

Ou seja, se você já tem 35 anos o melhor a fazer é conversar com sua ginecologista caso não consiga engravidar com 1 ano de tentativas.

A mulher deve identificar quantos dias dura o seu ciclo menstrual. Ele se inicia no primeiro dia da sua menstruação e dura até o início da próxima menstruação (Se você menstruou no dia 1 e voltou a menstruar 29 dias depois (dia 30) então seu ciclo é de 28 dias, ou seja, o intervalo entre o início da menstruação até 1 dia antes da próxima menstruação).

Na grande maioria das mulheres o ciclo dura entre 26 e 32 dias, porém em outras o ciclo pode ser irregular ou durar um pouco mais ou menos dias.

Existem 2 formas eficazes de identificar o período fértil, sendo a primeira válida somente para quem possui ciclo regular e a segunda para todas as mulheres.

A primeira forma é através dos dias do ciclo menstrual, já que a ovulação geralmente ocorre 2 semanas antes do término do ciclo, ou seja, após identificar quantos dias dura seu ciclo menstrual você consegue identificar o dia provável da menstruação que seria 14 dias antes.

Para um ciclo de 28 dias, a mulher do exemplo irá ovular 14 dias após o primeiro dia da menstruação.

Ou através do muco vaginal, já que durante o período fértil o corpo feminino se prepara para a fecundação de muitas formas, porém uma delas é de fácil identificação. Como a ovulação dura cerca de 24 horas é importante que o esperma consiga esperar por esse momento já no corpo da mulher. Para isso a mulher produz um muco transparente e pegajoso (similar à clara de ovo) que, além de manter o espermatozoide vivo de 3 à 7 dias, ele também facilita a movimentação deles dentro do útero até as trompas, pois é escorregadio. Ao identificar que o muco vaginal está com o aspecto de clara de ovo, você estará em seu período fértil.

A ovulação nem sempre acontece no dia programado, mas o muco vaginal ajuda bastante, deixando os espematozoides vivos por alguns dias após o sexo, então, a ordem é começar a praticar a atividade sexual 5 dias antes de ouvular e continuar a fazer sexo por uns 2 ou 3 dias depois.

As chances de engravidar aumentam ainda mais praticando sexo na véspera da ovulação, chegando a 30% de chance, e cai para pouco mais de 10% no dia da ovulação.

Atendimento mais eficaz ajuda no combate ao câncer de mama

Atendimento mais eficaz ajuda no combate ao câncer de mama

Atendimento mais eficaz ajuda no combate ao câncer de mama

Uma maneira simples de atendimento – sem recorrer a fórmulas mirabolantes ou depender de equipamentos caríssimos – está conseguindo reduzir a mortalidade de mulheres com câncer de mama em São Paulo.

Trata-se da estratégia de assistência criada no Centro de Referência da Saúde da Mulher, do Hospital Perola Byington, unidade da rede pública de saúde. Uma pesquisa que acaba de ser concluída, publicada na revista da Sociedade Brasileira de Mastologia, apontou que o tempo médio de atendimento das mulheres foi de 32 dias, entre a realização da biópsia e o início do tratamento.

Praticamente a metade do preconizado pelo Ministério da Saúde, que é de sessenta dias, e bem inferior ao que ocorre na realidade do SUS, no qual boa parte dos casos avançados da doença é decorrência de uma espera de até seis meses, em média, para o começo do combate à enfermidade após sua confirmação.

A agilidade no atendimento é vital para elevar as chances de cura. “Quando os tumores são diagnosticados em estágios iniciais, a curva de mortalidade em dez anos se reduz”, explica o médico Luiz Henrique Gebrim, diretor do centro de referência e integrante da Sociedade Brasileira de Mastologia. Sabe-se que a chance de cura ou sobrevida em dez anos nos estágios I, II e III da enfermidade é, respectivamente, de 80%, de 55% e de 30%. “Se temos 60% das pacientes no estágio III, a sobrevida para este grupo é de apenas 30%”, diz o especialista. “Mas quando as atendemos mais rapidamente, metade passa a iniciar o tratamento no estágio II, aumentando a possibilidade de cura destas mulheres de 30% para 55%”, completa.

A rapidez na assistência é resultado de um modelo no qual em uma única consulta são realizados todos os exames necessários para o diagnóstico. Fala-se aqui da mamografia, do ultrassom e da biópsia. “A área de atendimento é junto a dos equipamentos e a equipe é treinada para realizar a biópsia no mesmo dia”, explica Luiz Henrique Gebrim.

O time de profissionais inclui cirurgiões, ginecologistas, radiologistas e patologistas. “Não é necessário investimento algum. Basta integrar as equipes e treinamento para a execução da biópsia no mesmo dia de atendimento”, afirma Luiz Henrique Gebrim.

A estratégia foi inspirada em modelos adotados em hospitais públicos de Ontário, no Canadá, e de Paris, na França. No ano passado, foi premiada pela Fundação Susan Komen – dedicada ao financiamento de atividades de combate à enfermidade – para que possa ser expandida a cinco cidades brasileiras (Fortaleza, Manaus, Goiânia, Uberlândia e Teresina).

Fonte : Isto É

Saiba o que é a adenomiose, doença que ameaça a fertilidade feminina

Saiba o que é a adenomiose, doença que ameaça a fertilidade feminina

Saiba o que é a adenomiose, doença que ameaça a fertilidade feminina

A adenomiose é uma patologia atinge cerca de 15% das mulheres com mais de 35 anos, segundo a Sociedade de Endometriose e Patologia Uterina.

Essa doença pode dificultar a gravidez ou provocar até mesmo a infertilidade, porque o embrião tem dificuldade de se fixar no útero.

Apesar de os cientistas ainda não conhecerem as causas da doença, especialistas acreditam que a principal causa pode ser o fator genético.

Aos primeiros sintomas, o ideal é procurar um ginecologista.

O diagnóstico pode ser feito por ultrassonografia ou ressonância magnética.

Mas, se a doença for descoberta tarde, a mulher corre o risco de ter que tirar o útero, para aliviar as dores.

Mas se a patologia for detectada logo, é possível tratá-la por meio de hormônios.

É preciso cuidado para não confundir os sintomas da adenomiose com os da endometriose: as duas são caracterizadas por cólicas menstruais fortes e sangramentos. Além disso, a endometriose também dificulta a gravidez : é a principal causa de infertilidade feminina no Brasil.

A endometriose pode ser tratada por meio de medicamentos, com o hormônio progesterona. Em casos mais graves, às vezes é necessário fazer uma cirurgia para retirar os pontos da doença nos outros órgãos. Mas sem a necessidade de retirar o útero.

 

Fonte : O DIA